"Criatividade é inventar, experimentar, crescer, correr riscos, quebrar regras, cometer erros, e se divertir."
( Mary Lou Cook )

terça-feira, 11 de junho de 2013

Docência na Educação Infantil

SALTO PARA O FUTURO

DEBATE AO VIVO

title salto debate ao vivo



Programa discute o perfil e a formação dos profissionais que atuam na primeira etapa da educação básica.
Pesquisas apontam que é na Educação Infantil que estão concentradas as maiores proporções dos docentes que recebem os salários mais baixos e os que praticam as mais extensas jornadas de trabalho semanais na unidade educacional. O cuidado e a educação de bebês e crianças pequenas em creches e pré-escolas ficam a cargo de um profissional que no Brasil é, na sua ampla maioria, do sexo feminino. Segundo a professora Lívia Fraga, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, 97% dos docentes que atuam nessas instituições são mulheres. E para discutir o perfil e os desafios da formação continuada desses profissionais o Salto para o Futuro exibe mais uma edição inédita dia 10 de junho, às 17 horas.
"Observamos um processo de profissionalização da educação infantil, exigência das sociedades contemporâneas, pois cada vez mais temos a presença de crianças pequenas que são cuidadas e educadas em espaços não domésticos, que precisam contar com adultos especializados", ressalta a professora Lívia Fraga.
Salto para o Futuro exibe debate ao vivo dia 12 de junho.
Para debater os caminhos da docência na educação infantil, o programa contará com a presença das convidadas: Lívia Fraga, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais e consultora desta edição; Patrice Dias, professora da rede municipal de ensino de Belo Horizonte; e ainda Aristeo Leite Filho, professor da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
O debate será transmitido ao vivo e contará também com a participação do público, que pode interagir por meio de diversos canais. Por telefone, basta ligar durante o programa para 0800-282-6757. No Twitter, é só enviar a pergunta ou comentário usando a hashtag #saltoparaofuturo. No Facebook, o endereço é facebook.com/tvescola. Os participantes podem ainda gravar um vídeo com perguntas ou comentários, postá-lo no Youtube e enviar o link para o e-mail salto@mec.gov.br.
O telespectador também participa pelo site tvbrasil.org.br/salto votando na enquete da semana sobre a Docência na Educação Infantil. Os professores e gestores encontram também na página um fórum de discussão, além de uma publicação sobre o tema.

Assista AQUI a chamada do programa.

Serviço:
Programa Salto para o Futuro – TV Escola
Edição 10/2013: Docência na educação infantil
No ar: segunda-feira, 10 de junho de 2013, às 17 horas (Reprise às 21h).
Debate ao Vivo: quarta-feira, dia 12 de junho de 2013, às 17 horas (Reprise às 21h).
TV ESCOLA: 
SKY - Canal 112
VIVO
Vivo TV (DTH) - Canal 694
Vivo TV São Paulo (Cabo) - Canal 188
Vivo TV Curitiba - Canal 188
Vivo TV Foz do Iguaçu - Canal 9
Vivo TV Florianópolis - Canal 9
Claro TV - Canal 123
OI TV (DTH) - Canal 24
GVT - Canal 235
NET
São Paulo - Canal 8
Brasília - Canal 4
Belo Horizonte - Canal 15
Rio de Janeiro - Canal 15
(para outras cidades consulte a sua programação local)
Na internet, assista à programação 24 horas no ar, no endereço: tvescola.mec.gov.br




quarta-feira, 29 de maio de 2013

Educação Digital – MEC Oferecerá Especialização para Professor da Rede Pública!

O Ministério da Educação vai oferecer curso de especialização em educação digital a professores da rede pública. 
O objetivo da capacitação, que integra as ações do Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional (Proinfo Integrado), é ampliar a interação das tecnologias educacionais com as disciplinas do currículo, como biologia, matemática e química, entre outras.
O curso tem diretrizes diferentes de outros promovidos pelo Proinfo. Nos anteriores, os professores aprendiam a usar a tecnologia, e a aplicação em sala de aula era mais pontual. O objetivo do novo curso é integrar a tecnologia em sala de aula de forma estruturante.
O conteúdo do curso está em fase de finalização por professores e especialistas em educação digital das universidades federais, sob a coordenação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A partir de outubro próximo, formadores da rede do Proinfo atuarão como agentes multiplicadores de conteúdo e poderão realizar cursos locais. Para participar, os professores precisam ter domínio de ferramentas de edição de texto, navegação na internet e visualização de imagens, entre outras mais usadas cotidianamente.
O curso, que terá 360 horas, com a maioria das aulas a distância e atividades presenciais, inclui conteúdo comum a todos os professores e aulas específicas para cada disciplina que o docente escolher.
O MEC desenvolve, por meio do Proinfo Integrado, cursos de formação voltados para o uso didático-pedagógico das tecnologias da informação e comunicação (TIC) no cotidiano escolar. A oferta de cursos está articulada à distribuição de equipamentos tecnológicos nas escolas e de conteúdos e recursos multimídia e digitais no Portal do Professor, na TV Escola, no projeto DVD Escola, no portal Domínio Público e no Banco Internacional de Objetos Educacionais.

Fonte: Undime Nacional / MEC

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Texto Informativo: O papel das tecnologias digitais no contexto escolar

Para os envolvidos em educação é importante superar uma visão reducionista que entende as tecnologias digitais usadas pelos professores numa perspectiva meramente técnica. Essa discussão volta-se para questões acerca da incorporação das tecnologias digitais às ações educativas formais e o papel do professor frente às atuais demandas trazidas por essas tecnologias. Primeiramente é necessário destacar, como o faz Arruda (2004), que a partir da maior difusão de acesso à internet, em torno do ano de 1995, diversos pesquisadores começaram a associar esse tema às pesquisas educacionais. Esse autor, em consonância com Castells (2001), reconhece que tal difusão seja relativa, mostrando-se mais presentes junto às camadas A e B da população brasileira. No entanto, destaca que a utilização de tecnologias educacionais no contexto escolar está inserida em uma realidade econômica mais ampla, marcada por um processo de reestruturação capitalista (ARRUDA pg. 14, 2004), que gerou a organização de movimentos de mudanças pedagógicas, não apenas no Brasil, como também em outros países, como, Chile, Portugal e Espanha. No curso desse movimento diversas modificações foram trazidas para nosso sistema educacional, em formatos distintos e diversos, que vão desde medidas avaliativas, como ao lançamento de Parâmetros Curriculares. Não é objetivo deste texto debater sobre essas transformações, mas sim reconhecer que, a preocupação em se incorporar as tecnologias digitais nos processos educacionais vêm associadas a elas. Nesse fluxo as pesquisas educacionais conseguem identificar, junto às escolas públicas e privadas um movimento de informatização desse espaço. Cabe também destacar que esse movimento tem por meta a difusão dos meios informatizados junto aos educandos. No entanto, tal processo deve ser analisado com cautela e um certo grau de relativização. Os dados obtidos até o momento confirmam a perspectiva de Arruda (2004) a qual afirma que a, as tecnologias digitais são tratadas no âmbito escolar somente no seu aspecto de produção de técnicas e ferramentas, limitando a presença das tecnologias tão somente aos chamados ?recursos? didáticos, como quadro, giz, aparelhos, livros etc. Deixa-se de observar aspectos muito mais amplos de introdução de tecnologias no ensino. Alava (2002) afirma-nos que no sentido mais amplo atribuído às tecnologias, o processo de ensino-aprendizagem acontece sempre mediado por alguma tecnologia, seja organizacional, simbólica ou ferramenta/recurso. Na verdade, na sociedade contemporânea há uma estreita vinculação entre tecnologia e novidade, principalmente porque na modernidade a tecnologia está ligada à produção (PAIVA, 1999). O modelo de produção atual é caracterizado pela grande diversidade de produtos e segmentação de mercado, o que leva as empresas a buscarem constantemente o desenvolvimento tecnológico visando a diferenciação em um mercado amplamente competitivo. Entretanto, a análise das práticas pedagógicas e de alguns softwares voltados para o ensino tem indicado um uso das tecnologias digitais bastante próximo àquele atribuído, por exemplo, ao livro didático. Nesse último caso o conteúdo presente no material didático é incorporado como fim da aprendizagem e não como meio. As tecnologias digitais (softwares, internet) são tratadas como livros didáticos animados ou simples material de pesquisa, similar ao que ocorre com revistas e jornais. Essas características presentes na prática pedagógica revelam não apenas um desconhecimento acerca das possibilidades para as atividades educacionais, mas também (se não, sobretudo) uma concepção de ensino de distante das orientações recentes postas para educação brasileira a partir da década de 1990. Uma outra forma de aprender Alava (2002) (2) afirma que estas novas tecnologias dizem respeito, sobretudo aos educadores, no entanto são vistas como elementos técnicos que renovam o ensino somente através da introdução do maquinário na escola. No entanto as novas tecnologias da informação e comunicação oferecem novas possibilidades de aprender e devem deixar o estatuto de simples auxiliar (na aprendizagem) para tornar-se centro de uma outra forma de aprender, que afeta, em primeiro lugar a mudança dos modos de comunicação e dos modos de interação.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Mensagem!!!

"O futuro é determinado pelas escolhas do presente.
Os professores têm a opção de se recostar e deixar as mudanças invadirem seu mundo e, só então, reagir; ou de participar ativamente na moldagem do futuro."
JUNG, Burga e ALLEY, Robert. Preparing Teachers for the 21st Century

sábado, 6 de novembro de 2010

Suporte para Atividades em Salas Digitais

Encontrei um programa muito bom para planejar atividades para as salas digitais.
Nesse programa vc pode elaborar atividades bem interessantes como: quebra cabeça, cruzadinha, marcar e arrastar, descobrir palavras e frases, jogos e muitos outros. Já baixei pro meu computador e pretendo instalá-lo nos laboratórios das salas digitais. É compatível com LINUX. Acredito que pode ser de grande ajuda. O nome do programa é HOT POTATOES. Verique no google, entre no tutorial do programa e faça uma pesquisa.

Boa pesquisa.

domingo, 19 de setembro de 2010

A Tecnologia da Informação




A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.

Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.

Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15" para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 17". Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.

Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.

.: Livros sugeridos :.
:: Administração da Tecnologia da Informação
:: Perspectivas Da Tecnologia Da Informação
:: Governança de TI: Tecnologia da Informação
Via Shopping UOL
Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.

A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. Tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

As novas tecnologias e a Comunicação

É difícil prever o impacto que terá nelas, embora já se possam antever alguns contornos: maior facilidade e rapidez de acesso à informação, melhor coordenação de colaboradores dispersos geograficamente, por exemplo, integração e automatização dos processos de negócio a montante (fornecedores) e a jusante (clientes), incremento da possibilidade de participação dos colaboradores nas atividades de gestão dos seus superiores hierárquicos, etc.
As novas tecnologias parecem favorecer a tendência para as empresas terem fronteiras cada vez menos demarcadas em relação ao seu meio ambiente, a trabalharem cada vez mais "em rede" com outras empresas e, dentro delas, os seus colaboradores também trabalharem cada vez mais "em rede".
As novas tecnologia de comunicação levam a educação a uma nova dimensão. Esta nova dimensão é a capacidade de encontrar uma lógica dentro do caos de informações que muitas vezes possuímos, organizar numa síntese coerente das informações dentro de uma área de conhecimento. Agilidade na questão de domínio do raciocínio lógico em grandes empresas com informações importantes para o crescimento da mesma.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Metodologia ou Tecnologia

Curso PROINFO - Introdução à Educação de Digital (40h)
Cursista: Mércia Maria da Silva
Município: Abaeté - M.G.
Técnico Responsável pela Formação: Marcos Francisco
Pólo de Pará de Minas

Atividade 3

Atividade de reflexão apoiada no vídeo: Metodologia ou Tecnologia. Acessar o vídeo no seguinte endereço: http://www.youtube.com/watch?v=xLRtomvvpBk;
F Elaborar um texto respondendo as perguntas:
1. Como a história abordada no vídeo pode relacionar-se com a evolução tecnológica em geral e com a informática em particular?
2. Essa evolução afeta nossa vida?
3. Como a informática pode modificar a sua vida profissional e pessoal?
4. Alguma vez você sentiu necessidade de acessar a Internet?
5. Por qual motivo?
F Digitar e formatar o texto criado enviando-o para o e-mail do Marcos (marcossoftplus@hotmail.com) com cópia para todos os colegas do curso. A seguir endereço de e-mails dos colegas para inserir no contato.

O vídeo nos leva a refletir sobre o que deve mudar, a metodologia ou a tecnologia?
Vivemos um momento muito difícil na educação, um momento em que dizemos e pensamos estar fazendo tudo para conseguirmos com que nosso aluno aprenda e infelizmente não estamos conseguindo fazer com que essa aprendizagem aconteça. Diante desta situação ficamos frustrados e começamos a procurar culpados, mas não percebemos que não devemos buscar culpados, mas sim caminhos para solucionar o problema.
Diante desse mundo moderno devemos buscar caminhos renovadores, visando a aprendizagem do nosso aluno de hoje, um aluno bem informado e informatizado.
Devemos integrar a informática na educação como uma ferramenta multidisciplinar, constituindo-se em mais uma possibilidade que poderemos contar para realização do nosso trabalho, levando nosso aluno a reflexão e a interação entre as diversas disciplinas e os recursos oferecidos e isto só será possível quando soubermos quando e como utilizarmos qualquer recurso.
Não adianta a escola está equipada com recursos tecnológicos se a metodologia do professor for a mesma, o professor precisa de uma prática pedagógica apropriada para a utilização dos recursos tecnológicos e que leve o aluno a aprender e entender a utilização dessas ferramentas.
Precisamos ter novas metodologias, planejamento e organização dos novos recursos para rompermos barreiras e transformarmos a informação recebida em conhecimento.
Infelizmente ainda enfrentamos o desinteresse de muitos profissionais da educação pelos recursos tecnológicos, o que vem dificultando o trabalho, pois falta conhecimento, investimento, vontade, desejo, aprimoramento, treinamento, interesse, curiosidade e comprometimento. Mas devemos ter consciência de que somos nós quem lidamos diretamente com o aluno, quem planejamos, quem executamos, quem poderemos transformar a realidade na qual nosso aluno está inserido, buscando a nova forma de se fazer educação, levando em conta as perguntas: ensinar o quê; para quem e porquê?
Atualmente não há lugar para o ensinar pautado pela memorização e sim pela reflexão e investigação, mas muito tem que se praticar e evoluir.
Vivemos em nossas escolas diariamente situações parecidas com a apresentada no vídeo, educadores dispõem de novas tecnologias, porém, as metodologias utilizadas continuam as mesmas. Nós professores deveremos ser inseridos nessa nova onda tecnológica para aprendermos a usar as tecnologias como recursos pedagógicos e exercermos nosso papel que é fundamental.
Eu, particularmente não consigo imaginar minha vida hoje sem o uso do computador e principalmente da internet, pois é através dela que consigo me comunicar e resolver vários problemas do dia-a-dia.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Ética no Uso da Internet na Educação

Curso PROINFO - Introdução à Educação de Digital (40h)
Cursista: Mércia Maria da Silva
Município: Abaeté - M.G.
Técnico Responsável pela Formação: Marcos Francisco
Pólo de Pará de Minas

Atividade 2:

Pesquisa:
“ A ética no uso da internet na educação”
Pesquisar sobre Netiqueta, Direitos Autorais, Confiabilidade de Sites e Segurança na Internet – Lei 9.610/98.


A informática e em especial a internet fizeram uma revolução na forma como as informações são geradas e disseminadas entre as pessoas. Acredita-se que a ética na internet é a forma correta de contribuir para o progresso da sociedade. Considera-se ser fundamental não julgar a internet unicamente como uma fonte de problemas e nem considerá-la uma perfeição entre os meios de comunicação. É necessário saber pesar suas deficiências e qualidades, e lidar com este meio tão rico e desenvolvido.
Vê-se que as escolas, as instituições e programas de educação para crianças e adultos podem auxiliar a esses jovens em sua conscientização, oferecendo uma formação para discernir o uso da internet como parte de uma educação abrangente sobre os mass media (sistemas organizados de produção, difusão e recepção de informação).
Acredita-se que pregar a ética, seja direcionada ao uso dos meios de comunicação ou a qualquer outro direcionamento, poder-se-á formar cidadãos conscientes, e através da internet podem ser alcançados os horizontes educativos e culturais, e promovido o desenvolvimento humano de inúmeras formas.
A internet tem também o poder de levar as pessoas ao isolamento, à alienação, unir as pessoas, dividi-las e separá-las por ideologias, políticas, posses, raças, etnias, diferenças de gerações e até mesmo de religião.
A ética na internet pode ser a forma correta de contribuir para o progresso da sociedade, ou seja, através dela, o seguimento da informação reveste-se de objetivos claros e precisos facultando informações fidedignas e reais.
Quando nos perguntamos se a internet, vem contribuindo eticamente para um desenvolvimento humano e autêntico, pode-se dizer que ao mesmo tempo em que este venha a ser um instrumento poderoso para o enriquecimento educativo e cultural, dentre outros, também pode ter o seu lado reverso, podendo gerar enormes conseqüências para os indivíduos, às nações e o mundo em geral, ao ser utilizado para explorar, manipular dominar ou até mesmo corromper.
Mesmo que a internet tenha esse lado negro, não se deve ser radical com ela e com nenhum meio de comunicação ao dizer que é somente positivo ou negativo. Pode-se dizer que existem os dois lados da moeda.
A internet possui uma série de características impressionantes como: ser instantânea, imediata, de alcance mundial, descentralizada, interativa, expansível até ao infinito em termos de conteúdo e de alcance, flexível e adaptável a um nível surpreendente. E além de tudo isso, ela permite às pessoas o luxo de permanecer no anonimato, de desempenhar uma determinada função, de fantasiar e também de formar uma comunidade com as outras pessoas e de nela participar.
Não se pode deixar de citar um certo número de interrogações éticas acerca de problemáticas de internet como: a privacidade, a segurança e a credibilidade dos dados, os direitos autorais e a lei de tutela da propriedade intelectual, a pornografia, os sites que instigam ao ódio, a disseminação de boatos, e muito mais. Contudo, considera-se ser fundamental não julgar a internet unicamente como uma fonte de problemas e nem considerá-la uma perfeição entre os meios de comunicação. É preciso saber pesar suas deficiências e qualidades, e lidar com este meio tão rico e desenvolvido.
Muitas escolas têm se manifestado ao perceberem a necessidade de discutir com alunos, quais os limites éticos ao se utilizar estas novas tecnologias, professores vêm passando por capacitação sobre o tema, cartilhas vem sendo desenvolvidas com o intuito de levar ao conhecimento dos alunos as implicações criminais que algumas ações na rede podem acarretar.
Nosso dever enquanto escola é ensinar valores morais positivos para que a internet possa ser uma aliada no processo de aprendizagem, além de permitir o acesso instantâneo a uma infinidade de informações e propiciar a integração de alunos e professores de várias escolas do mundo, mas claro que sempre deverá ter a preocupação de orientar os alunos no seu uso sem abusos, pois acredita-se que pregar a ética, seja direcionada ao uso dos meios de comunicação ou a qualquer outro direcionamento, poder-se-á formar cidadãos conscientes.
Desde seu aparecimento no início dos anos 90 a internet vem se tornando principal alvo das especulações, questões e disputas relativas ao direito de autor. Pela facilidade com que as obras colocadas na rede podem ser copiadas, pela fragilidade dos sistemas de segurança atualmente disponíveis, muitos se perguntam se, ainda discutiremos por muito tempo propriedade intelectual em relação à internet ou se o instituto jurídico que convencionamos chamar direito autoral está fechado ao desaparecimento.
O direito autoral vem resistindo às novidades tecnológicas e tornando-se cada vez mais forte e multifacetado. Se a nova tecnologia, se o surgimento da nova mídia permite que as obras sejam fixadas em outros suportes físicos, esta mesma tecnologia vem permitindo o “download” de textos, sons e imagens sem a correspondente remuneração. Entretanto, nem tudo é de graça na rede: aquela ideia romântica da navegação livre e sem barreiras ou fronteiras vem se mostrando cada vez mais distante, na medida em que através da internet realizam-se milhões de transações comerciais alguns sites passam a valer milhões de dólares, com ações disputada na NASDAQ, surge uma nova questão para os juristas: quem é o autor da página da internet e quais são os seus direitos?
Se consultarmos a legislação autoral brasileira em vigor, Lei 9610/98, em seu artigo 11, verificamos que “Autor é a pessoa física criadora de obra literária, artística ou científica”. Não há mais a possibilidade de se atribuir a autoria a uma pessoa jurídica, como ocorria antes, na Lei 5988/73, que dizia em seu artigo 15: “ Quando se tratar de obra realizada por diferentes pessoas, mas organizada por empresa singular ou coletiva e em seu nome utilizada, a esta caberá sua autoria”.
As empresa brasileiras que organizam e investem nos sites podem, entretanto, se socorrer do texto, na nova lei, do Art. 17 § 2º “ Cabe ao organizador a titularidade dos direitos patrimoniais sobre o conjunto da obra coletiva”. Seria o “site” da internet, seria a “home page” uma obra sobre o conjunto da obra coletiva criada por vários autores individuais sob remuneração e a orientação de um organizador? Quer nos parecer que sim, sendo este o único a exercer os direitos patrimoniais, devendo contratar os indivíduos e estabelecer os critérios de remuneração e cessão de direitos autorais.
A nova lei autoral brasileira, Lei 8610/98, sucumbiu à tendência internacional concedendo proteção específica às bases de dados (art. 7º item XIII) e Capítulo VII (art. 87).
Conseqüentemente, quando falamos “Site e home page” estamos lidando com obra coletiva organizada por pessoa jurídica, em que coexistem vários níveis de autoria:

a)- O autor ou autores, pessoas físicas, das diversas partes que compõem as informações, os textos, as músicas, as imagens, as fotografias, ou obras audiovisuais selecionadas para integrar a “home page”:
b)- O autor, pessoa física ou jurídica, que atuar como organizador da base de dados;
c)- O autor do programa de computador que faz a “home page” funcionar, cria a sua aparência externa e interface com o usuário “look and feel”, geralmente pessoa jurídica.
No Brasil, os sucessores do autor da obra perdem os direitos autorais adquiridos setenta anos após a morte do mesmo, tal como indica o art. 41 da lei 9610/98. de 19 de fevereiro de 1998.
Em relação à autoria do programa de computador que movimenta a “home page”, a presunção legal consta do artigo 4º e seus parágrafos 1º e 2º (Lei 9609/98, in verbis):

“ Art.4º Salvo estipulação em contrário, pertencerão exclusivamente ao empregador, contratante de serviços ou órgão público, os direitos relativos ao programa de computador, desenvolver e elaborara durante a vigência de contrato ou de vínculo estatutário, expressamente destinado à pesquisa e desenvolvimento, ou em que a atividade do emprego, contratado de serviço ou servidor seja prevista, ou ainda, que decorra da própria natureza dos encargos concernentes a esse vínculos.

§ 1º - Ressalvado o ajuste em contrário, a compensação do trabalho ou serviço prestado limitar-se-á à remuneração ou ao salário convencionado.

§ 2º - Pertencerão com exclusividade, ao emprego, contratado de serviço ou os direitos concorrentes a programa de computador gerado sem relação com contrato de trabalho, prestação de serviços ou vínculo estatutário, e sem a utilização de recursos, informações tecnológicas, segredos industriais e de negócios, materiais, instalação ou equipamentos do empregador, da empresa ou entidade com a qual o empregador mantenha contrato de prestação de serviços ou assemelhados, do contratante de serviços ou órgão público”.

Não devemos esperar novas leis regulando as relações civis e comerciais que acontecem na rede: nossa legislação civil e comercial encontra-se perfeitamente aparelhada para resolver conflitos que possam surgir.
Na internet bem como tudo que vamos fazer em nossa vida devemos ter presente o conceito de etiqueta como um conjunto de regras ou normas de conduta que nos permitem agir adequadamente num determinado contexto e que na internet é chamado de NETIQUETA ( pode ser considerada como gíria, decorrente da fusão de duas palavras: o termo inglês net _ que significa “rede” e o termo “etiqueta” _ conjunto de normas de condutas sociais) e evita mal-entendidos nas comunicações, especialmente em e-mails, chats, listas de discussão, etc. Serve, também, para regrar condutas em situações específicas (por exemplo, ao colocar-se a resenha de um livro na internet, informar que naquele texto existem spoilers; citar nome do site, autor de um texto transcrito,etc.), porém estas regras de etiquetas aplicadas à internet não são oficiais, nem estão documentadas em nenhum lugar.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

· TEIXEIRA, Alberto. O Uso das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e a Transparência na Gestão Pública Municipal no Ceará. Fortaleza: Fundação Konrad Adenauer, 2004.
· MORAN, José Manuel. Novos Desafios na Educação – A internet na Educação presencial e Virtual. 2007. Disponível em: Acessado em: 22 abr. 2007.
· SANTOS, Francisco Sérgio dos, Pessoa, Marcelo Schneck de Paula. A internet e as Conseqüências da Globalização da Informação. São Paulo: Unip – Universidade Paulista.s.d.
· BERNSTAIN. T.; BHIMANI, A..; B.; SCHULTZ . E. , et al. Segurança na Internet. Rio de Janeiro: Campus 1997.
· Ética, Direito e Internet. Disponível em:

Obs.: A pesquisa foi feita via internet e esses autores acima relacionados foram citados nos textos
retirados da internet.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Utilizar Novas Tecnologias

Curso PROINFO - Introdução à Educação de Digital (40h)
Cursista: Mércia Maria da Silva
Município: Abaeté - M.G.
Técnico Responsável pela Formação: Marcos Francisco
Pólo de Pará de Minas


O texto é muito interessante e importante, pois faz o relato real do passo-a-passo do uso das novas tecnologias, levando-nos ao conhecimento de quais e como trabalhar com elas.
Nós como educadores não podemos ignorar o que acontece no mundo e devemos passar a abordar a tecnologia como um saber fazer e não um simples meio de ensinar.
Hoje a escola tem dificuldades para atingir seus objetivos, mesmo os fundamentais e se passarmos a utilizar o computador como uma ferramenta pedagógica poderemos estar buscando atingir mais facilmente nossos objetivos.
Vivemos em um mundo informatizado e infelizmente não há mais espaço para o professor que pensa que “o computador é simplesmente uma máquina de datilografia sofisticada”.
Precisamos formar o nosso aluno para as novas tecnologias e para isso ele deverá: saber julgar; ter senso crítico, pensamento hipotético e educativo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar e classificar, a leitura e análise de textos e de imagens, a representação de redes, de procedimentos e de estratégias de comunicação. E como conseguiremos, senão pela utilização das novas tecnologias?
Quando preparamos nossos alunos para as novas tecnologias preparamo-los para atingir os mais ambiciosos objetivos da escola, pois possibilitamos o aumento da eficácia do ensino e a familiarização com novas ferramentas informáticas do trabalho intelectual.
Todavia, devemos ter um cuidado especial para que nossos alunos não se tornem escravos das tecnologias tomando a frente de uma demanda social orientada para a formação e sabendo o que as novidades tecnológicas aportam, bem como seus perigos e limites, dando-lhes um amplo ou pequeno espaço em nossas aulas, tendo em vista a sua necessidade a qualquer um que pretende lutar contra o fracasso escolar e a exclusão social.
Infelizmente ainda não estamos preparados para utilizarmos as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação, pois a maioria dos nossos professores ainda têm resistência quanto ao uso dessas tecnologias e o primeiro passo para que nosso trabalho seja produtivo é conscientizá-los da importância de se inserir nesse mundo, buscando práticas inovadoras, competências emergentes, contribuições para a luta contra o fracasso escolar , desenvolver a cidadania, recorrer à pesquisa e enfatizar a prática reflexiva.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mensagem Importante

A Tecnologia revira a Educação

Com o crescimento da tecnologia utilizada dentro da sala de aula, o termo mais usado é o conceito de educação à distância. A Internet, televisão, rádios, vídeos-conferências entre outros têm feito uma promoção da educação dentro da sociedade. Essa tecnologia permite que o professor ministre sua aula no mesmo espaço de tempo para todo o Brasil por um sinal via satélite e desta maneira a educação tem crescido cada vez mais.

Dentro desta tecnologia são utilizados materiais didáticos como livros e apostilas, mas que ao mesmo tempo vêm perdendo seu espaço gradativamente para o uso de Mídias tecnológicas. Essa tecnologia faz com que o indivíduo busque mais autonomia dentro da sala de aula e sociedade, que por sua vez leva o ser humano a desenvolver uma prática social de busca constante de novos meios tecnológicos que surgem a cada dia, contribuindo assim para o mercado de trabalho e uma melhor posição social.

Esse processo tecnológico veio como um agente facilitador do processo de educação, onde as pessoas buscam recuperar o tempo perdido podendo ter ainda uma qualidade de vida profissional e familiar de sucesso. Isso faz com que o uso da tecnologia se torne tão próximo do ser humano que percebemos a sua presença, pois ela é usada de forma tão natural em nosso cotidiano.

José Ivanilson dos Santos